Aurora Boreal: onde e quando? Marco Brotto responde.

ESCRITO POR: RAFAELA

Nos últimos anos, o fenômeno da Aurora Boreal tomou mundialmente proporções inimagináveis para os moradores da região polar do Planeta. A popularidade das viagens em busca do fenômeno aumentou e as pessoas estão cada vez mais interessadas no assunto. Infelizmente, nem todos sabem como ver a Aurora Boreal, onde e quando.

Para saber estas respostas, é essencial conhecer algumas informações sobre o espetáculo mais misterioso da Terra. O problema é que ainda existem muitos boatos a respeito do assunto.

Vamos desmascarar as fake news? Ficou curioso? Então confira o post!

Aurora Boreal: informações incompletas e inverdades

Ao longos dos últimos tempos, ondas de turistas, viajantes e travelbloggers começaram a procurar regiões no Norte do planeta para “conhecer” a Aurora Boreal. É aqui que acontece o primeiro ruído, já que não é possível determinar uma hora e um local para realizar o sonho de presenciar o fenômeno.

O segundo teve início quando algumas pessoas à procura de likes e compartilhamentos começaram a modificar as fotos, deixando as imagens com saturações e exposições impossíveis de se conseguir na prática.

Outros passaram a determinar os melhores meses para conseguir enxergar a Aurora Boreal, justificando a informação com motivos de que a cor muda de acordo com a local e a época do ano. Seria ótimo.

Aurora Boreal: imprevisível e inexata

Seria realmente lindo se nós simplesmente reservássemos um iglu de vidro com a certeza de qual é o melhor mês. Seria maravilhoso se pudéssemos programar um horário e um dia para que exatamente sobre nós a Aurora Boreal se manifestasse. Infelizmente as coisas não acontecem desta maneira.

De tudo isso, sobram, sim, algumas verdades. Uma delas é a de que precisamos, de fato, estar em campo em busca do momento perfeito, já que ele pode durar poucos segundos ou, com sorte, a noite toda. Mas existem muitos imprevistos.

Você pode cochilar no minuto da Aurora Boreal. Ou então você resolve aguardar a ligação do porteiro do hotel para avisá-lo a respeito do momento exato do espetáculo mais lindo da Terra. Não é assim que as coisas acontecem quando falamos deste tipo de viagem. Ou se está sempre alerta, ou pode acontecer de você perder a Aurora Boreal para trocar de roupa, por exemplo.

Você teria viajado 15 mil quilômetros para perder o momento por causa de uma soneca ou uma peça de roupa. Hum… entendi. 🙂

Aurora Boreal: sensações indescritíveis

A viagem em busca do fenômeno não é tudo ou nada: a experiência da Aurora vai além de olhar para o céu. Para mim, a experiência começa no momento em que você decide realizar esse sonho. A alegria está nas dúvidas sobre quais roupas levar, nos contatos preliminares sobre a viagem, na minha ciência a respeito da expectativa dos viajantes, na ansiedade de quem embarca pela primeira vez.

Ainda tem o cheiro, o frio, o vento. Há o primeiro sonho com a Aurora Boreal. O primeiro tom de amarelo, verde, rosa. A primeira dança, o primeiro arrepio. É como se fosse o primeiro toque no lábio da pessoa amada. É uma epifania e um manto de energia cobrindo todos nós, os turistas; os admiradores. É uma não compreensão do que acontece e, ao mesmo tempo, é o momento que nunca sairá dos seus pensamentos.

Nessa hora, você não consegue pensar em tudo o que ouviu sobre a Aurora Boreal, onde e quanto “encontrá-la”. É impossível. Não há muitas regras.

“Ah, mas me falaram que…”

“Certa vez me disseram que…”

“Um amigo meu foi e me disse que…”

Em uma viagem para caçar a Aurora Boreal, as coisas não acontecem assim.

Assim como existem médicos e advogados “formados pelo Google”, que são pessoas de diferentes ocupações fazendo pesquisas e se julgando especialistas, também existem os “videntes das Auroras”. Eu adoro responder às dúvidas dos leigos, mas não consigo admitir um “vidente das Auroras” que acha que tudo sabe. Esta pessoa não tem dúvidas: ela simplesmente repassa a informação errada e isso, sim, me deixa bravo.

Aurora Boreal: onde e quando é possível vê-la

A Aurora Boreal pode ser vista em uma faixa territorial e em um determinado período do ano. A faixa territorial de maior frequência é acima dos 66 graus de latitude ao Norte na Finlândia, Noruega e Suécia.

Também é possível aos 66 graus ao Norte da Islândia e abaixo dos 66 graus na Groenlândia, Canadá e Estados Unidos, chegando a 50 graus Norte no meio Canadá e com retorno acima dos 66 graus Norte na Rússia.

Essa faixa tem uma resiliência em razão de alguns fenômenos que podem ser ou não previstos e modificam a cada segundo.

Isso acontece porque dependem da variação da velocidade solar; da quantidade e da densidade de plasma solar; dos componentes do plasma; da intensidade, densidade e quantidade de partículas exitadas no contato com o campo magnético; do grau do impacto das partículas; da coordenada em que o campo magnético está no momento; e — ufa! — da polaridade do campo.

Então como ter um vidente das Auroras? Você sabe aonde ela vai aparecer?

Aurora Boreal: sem certezas e convicções

Eu fiz 67 expedições. Foram aproximadamente 500 noites. Milhares de horas e mais horas de estudos, gráficos e centenas de encontros inesquecíveis com os grupos de caçadores. Mesmo assim, eu não sei afirmar qual é esse momento com 100% de certeza. Sim, os estudos trazem uma certeza de quase 100%. Além dos estudos, nossos grupos de expedições saem realmente à caça e não se permitem ficar à mercê da sorte, o que aumenta as chances de testemunhar esse momento tão majestoso.

É importante entender que as minhas convicções acabam se modificando com o tempo e com os aprendizados dessa minha jornada de Caçador da Aurora Boreal® . Vejamos um exemplo.

Minhas expedições são desenhadas por mim. Eu estudo os fatores de cada região e analiso as melhores datas para caçar a Aurora Boreal, quando e onde e vou oferecer aos viajantes as melhores experiências que nós, como grupo, poderemos ter naquele local e naquela época.

Para ilustrar melhor tudo isso, vou exemplificar com as fases da lua e como ela interfere na observação da Aurora Boreal. Mas, lembre-se: nada no fenômeno é exato.

Durante a fase nova, há o breu total e a lua fica menos tempo acima do horizonte. Nesta fase, o contraste da Aurora Boreal com a Lua é maior.

Nesse cenário, se a Aurora estiver forte, ela vai iluminar uma área gigantesca, já que não há outra luz de interferência. A experiência será mais verde e mais forte caso o fenômeno esteja ativo. É o que chamamos de Faith Aurora.

Já nas fases minguante e crescente há mais luz interferindo e, finalmente, a lua cheia, que domina todo o céu. Nesta fase deveria ser mais complicado ver a Aurora Boreal. Deveria. Teoricamente, seria difícil enxergá-la.

Mesmo assim, na minha primeira viagem de caça à Aurora Boreal acompanhado, fui com o Fábio e o Cézar, caçadores e também tour leaders das expedições. Era inverno e foi nessa expedição que testemunhamos uma Aurora incrível, mesmo com a lua cheia.

Registramos uma das fotografias mais impactantes até agora: as montanhas, a lua ao centro da aurora e o entorno todo iluminado. Foi incrível!

Aurora Boreal: cada vez é única

Gosto de ir até o limite e uma Aurora linda durante a lua cheia é uma paisagem indescritível. A Aurora Faith não é possível de ser observada durante a lua cheia, mesmo assim, quando me sinto seguro com as luas e os locais, eu entretenho os viajantes e mostro diferentes experiências; com e sem luz lunar.

Cada expedição é uma possibilidade de buscar o mais extraordinário, fabuloso e inesquecível espetáculo. Acreditem: cada destino e data são escolhidos e têm diferentes atividades, dinâmicas e protocolos que condizem com suas situações.

Já me disseram que o Canadá é um local indicado para ver a Aurora Boreal. Mas, pessoal, vocês sabem o tamanho do Canadá e quantos quilômetros existem entre as costas leste e oeste? Depois, falaram que a Noruega é melhor, mas o país vai de 58 a 71 graus Norte. Isso é muito distante e tudo modifica sobremaneira a possibilidade de assistir ao fenômeno.

É como dizer que a Aurora só pode ser vista no frio, mas minhas três expedições de setembro acontecem no verão. Percebem as inúmeras variantes e possibilidades?

Aurora Boreal: como acontece

Uma informação muito importante para entender tudo o que engloba a Aurora Boreal é que o sol esta ejetando massa coronal o tempo todo e para todas direções. Quando esse plasma entra em contato com o campo magnético, é atraído para os polos, rompe o campo, entra em atrito com os elementos da atmosfera, emite luz e… pronto! Temos a Aurora. Fácil, não?

Fácil de explicar, difícil é colocar vocês no momento exato e no local ideal para terem, em todos os dias das expedições, momentos marcantes, sensações incríveis e experiências inesquecíveis.

Essa massa coronal é liberada pelo astro rei de várias maneiras. Veja abaixo.

Manchas solares

Há algum tempo achava-se que a única maneira de acontecer a Aurora Boreal era por com explosão solar por meio de manchas solares, que se formam com a atividade do campo magnético do sol. Elas aparecem com dupla polaridade e têm várias classes e tudo isso eu estudo quando elas aparecem.

Isso é necessário para tentar identificar suas características e possibilidades de a mancha virar uma explosão solar. Se esta ocorrer, é preciso verificar se está geoativa, calcular a área de impacto, analisar a velocidade e ficar atento a outros detalhes para não ficarmos à mercê da sorte. Tudo tem que ser feito rapidamente e a expectativa é full time.

Filamentos

Os filamentos são gigantescas formações suspensas na parte externa do sol e que a qualquer momento podem se soltar, Quando isso ocorre, eles chicoteiam uma quantidade imensa de massa coronal, com velocidade incrível!

Caso estejam geoativas, podem chagar à Terra entre 70 e 90 horas, mais ou menos, dependendo da velocidade. O tamanho dessas formações está fora da nossa compreensão; anos atrás foi identificada uma com o tamanho de três vezes a distância entre a Terra e a Lua.

Mínima solar

É um ciclo que ocorre a cada onze anos e tem sido mais estudado nos últimos tempos. Desde que iniciei minha jornada com as auroras, fui observando a coincidência de ciclos, manchas, buracos, rotação solar no centro e nos pólos, a diferença de posição dos buracos e mais uma série de fatores.

Quando olho os gráficos e fotos, é automático para mim entender e redesenhar tudo na minha cabeça. Se as formações de manchas aumentam, por exemplo, acredito que já estamos retomando o ciclo para o máximo.

Buracos coronais

Os buracos coronais representam o maior protagonista das Auroras Boreais, pelo menos nas últimas temporadas. Mesmo assim, não é simples afirmar que um buraco coronal determina a presença do nosso fenômeno preferido. É preciso analisar os fatores do nosso planeta que influenciam nessa extraordinária experiência.

Isso me faz lembrar de Nova Iorque no ano passado. Uma explosão aconteceu e foi noticiado que lá seria possível assistir à Aurora Boreal. Eu acompanhei essa explosão e, enquanto todos estavam ansiosos, eu estava, ao vivo, afirmando que nada aconteceria. Veja bem: a explosão não estava direcionada à Terra e, o pouco que chegou, não foi suficiente para a formação do fenômeno. Nem sua faixa foi vista.

É interessante observar que, nas expedições, nossa torcida para a ver a hora que a Aurora Boreal entra no limbo solar, seu caminho até o Equador solar e a expectativa do plasma chegando. Depois disso, ainda temos nossa caçada até encontrarmos o local ideal para aquela noite. Cada dia de uma forma, uma perspectiva e uma cor diferente que sempre procuro mostrar aos companheiros de viagem. Até agora, sigo cumprindo meu objetivo.

Aurora Boreal: os melhores meses

Esse assunto cria o maior caos nas informações sobre a Aurora Boreal. Se existissem contas exatas para vê-la, não precisaríamos caçá-la e nem correr atrás do fenômeno. Na prática, o que acontece é que saímos rumo a uma verdadeira aventura, cheia de imprevistos e surpresas. Temos que estudar as coordenadas, fugir das nuvens e pegar a estrada. Os meses influenciam nisso.

Eu tenho uma planilha com a duração dos vários tipos de crepúsculos e suas datas de início e término. Com isso, posso determinar, a cada expedição, a duração de cada Aurora e o local.

É um estudo extenso e que leva em consideração a fase da lua, as condições das estradas, as possibilidades de deslocamento, o conforto da expedição e, ainda, minhas escolhas pessoais para que as viagens tenham o máximo possível de visualização. Em razão disso tudo, não existe diferença nas chances de ver a Aurora Boreal em determinado local ou data, se temos menos tempo de escuridão .

Agosto e setembro

Em agosto, por exemplo, não existem coincidências de fatores que me deixem confortável em fazer uma expedição. Já em setembro, enquanto ainda é verão no hemisfério norte, há dias longos e noites bem escuras. São caçadas muito diferentes. No verão há mais passeios diurnos e as caçadas começam tarde da noite; tudo para pegarmos o breu da madrugada.

É uma época de belíssimas paisagens; árvores coloridas em tons avermelhados, vida selvagem ativa e temperatura amena. Engraçado que, para o povo local, em setembro, não existe Aurora — ela aparece de madrugada! A época é tão propícia que, como disse, há três expedições em setembro e início de outubro.

Outubro

Outubro é quando se inicia a época de mais tempo de escuridão do que de daylight no hemisfério norte. Outono chega, a vegetação se transforma, as dinâmicas de cacada se modificam, a temperatura cai e, normalmente, alguma neve precipita nos últimos dias do mês.

É uma época ótima para Europa e Alasca. Uma vez, em 2017, passei por uma nevasca enorme dentro do Denali. A nossa expedição tradicional para a Groenlândia também acontece em outubro. É perfeito para todas as atividades que quero compartilhar com os caçadores de Aurora Boreal.

Novembro

O mês de novembro no Alasca é extremamente frio. As temperaturas já estão abaixo de zero, a vida selvagem já se acomodou e as estradas já acumulam neve. O perigo do black ice é mais constante e pneus de neve são leis na Europa. A paisagem muda completamente.

A luta da luz contra o breu é diária e todos sabem que o ciclo de escuridão está chegando. Alguns lugares já estão com 24 horas de ausência de sol e outras sabem que a noite polar está se aproximando. Acontece a migração das baleias e orcas pelos fiordes da Noruega enquanto os ursos do Alasca já estão dormindo há dias.

Os crepúsculos que antecedem as Auroras Boreais são de uma cor indescritível e nossa preocupação com as temperaturas negativas já é maior.

Dezembro. Antes do solstício de inverno, o mais temido dos meses. A escuridão total e a noite mais escura do ano estão chegando e, assim como a noite mais longa chega, chega também o recomeço da contagem para o retorno da luz.

Nessa época, faço expedições especiais para uma experiência ligada às tradições de Natal. É uma viagem mais temática.

Janeiro

Em janeiro, um pouco de luz recomeça. A noite polar vai embora, assim como as baleias e orcas, o frio é intenso e as paisagens cobertas de neve encantam. Roupas técnicas são usadas e anjos de neve e outras brincadeiras são comuns no dia a dia.

Enquanto no Brasil o calor toma conta, no Ártico as temperaturas estão beirando -30º C. É uma experiência extraordinária e eu adoro essa época! É a cara do Ártico. Há cachorros brincando enquanto nos puxam em seus trenós, há passeios de moto na neve, há as fogueiras e as caçadas podem começar no horário que eu determino após analisar tudo com cuidado.

Com neve, embora tenhamos muito tempo de escuridão, a equipe fica engessada por conta das estradas e da dificuldade de deslocamento.

Para esta época, aqui vai o meu alerta: não seja irresponsável de achar que você é bom motorista e vai ter um bom desempenho dirigindo na neve. As estradas são extremamente perigosas e estreitas. A direção deve estar nas mãos de motoristas profissionais, que conheçam o local e que estejam habituados às estradas congeladas.

Fevereiro e março

A situação de fevereiro é muito parecida com a de janeiro. Há mais luz, estradas com neve, noites muito geladas e grandes chances de presenciar o fenômeno da Aurora Boreal por conta das nossas escolhas durante as caçadas.

No mês de março a neve continua exuberante. Está chegando o solstício, os animais começam a migrar, vemos muitos pássaros nas regiões e, dependendo da temperatura, os ursos acordam, as renas estão agitadíssimas e o povo local se prepara para a chegada da primavera.

As noites continuam bastante frias e minhas escolhas de local levam em conta diversos itens do nosso protocolo de segurança. Temos tido magníficos meses de março e é nessa época em que faço minha despedida da Noruega e Finlândia.

Abril a agosto

Durante o mês de abril já começa a ficar difícil a escuridão dentro do círculo polar. A busca pela Aurora acontece abaixo do 66 graus Norte e nossa despedida da temporada será escolhida de acordo com as maiores chances e experiências.

Nesse período existe Aurora. Mesmo assim, a sequência de fatores necessários coincidentes e potentes é grande e vem para o Sul, onde está escuro. O fenômeno passa, então, a ser visto em latitudes perto de 45 a 50 graus Norte, no Canadá e nos Estados Unidos. Há a chance. Mas ela é pequena.

Como disse, não existe um melhor lugar para observar a Aurora Boreal porque cada um tem suas características e consequências. O lugar ideal seria um lugar que não existe. Teria que ter a comodidade de Noruega e Finlândia, a exuberância das paisagens da Islândia, a tranquilidade e exclusividade da Groenlândia, o tamanho do Canadá e o céu limpo e seco do Alasca.

Se eu tivesse que escolher uma última e única noite para ver a Aurora Boreal, eu iria ao Alasca no dia 21 de dezembro. O local reúne as melhores condições dentre todas as descritas acima. Mas é importante se preparar para enfrentar um vento com -40º C.

Viu como é difícil falar sobre Aurora Boreal, onde e quando vê-la? Mesmo assim, com estudos, consigo fazer expedições belíssimas e cheias de experiências exclusivas para você. Venha viajar comigo! Conheça nossas próximas expedições e garanta sua vaga!

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